{"id":7830,"date":"2015-10-02T15:29:07","date_gmt":"2015-10-02T18:29:07","guid":{"rendered":"https:\/\/antaq.wordpress.com\/?p=7830"},"modified":"2021-12-06T10:40:32","modified_gmt":"2021-12-06T13:40:32","slug":"3393-14","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/juris.antaq.gov.br\/index.php\/2015\/10\/02\/3393-14\/","title":{"rendered":"3393-14"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify;\">RESOLU\u00c7\u00c3O N\u00ba 3.393 &#8211; ANTAQ, DE 20 DE MAIO DE 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">APROVA A REVIS\u00c3O DAS\u00a0TARIFAS DO PORTO DE NATAL E\u00a0DO TERMINAL SALINEIRO DE\u00a0AREIA BRANCA, ADMINISTRADOS\u00a0PELA COMPANHIA DOCAS DO\u00a0RIO GRANDE DO NORTE &#8211;\u00a0CODERN.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O DIRETOR-GERAL DA AG\u00caNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES\u00a0AQUAVI\u00c1RIOS &#8211; ANTAQ, no uso da compet\u00eancia que lhe \u00e9 conferida pelo artigo 71,\u00a0da <a href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Lei n\u00ba\u00a012.815<\/a>, de 5 de junho de 2013, que d\u00e1 nova reda\u00e7\u00e3o ao <a title=\"VII - promover as revis\u00f5es e os reajustes das tarifas portu\u00e1rias, assegurada a comunica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, com anteced\u00eancia m\u00ednima de 15 (quinze) dias \u00fateis, ao poder concedente e ao Minist\u00e9rio da Fazenda; (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 12.815, de 2013) \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2010.233-2001?OpenDocument\">art. 27, inciso VII<\/a>,\u00a0da <a href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2010.233-2001?OpenDocument\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Lei n\u00ba 10.233<\/a>, de 5 de junho de 2001, e pelo <a title=\"VIII - aprovar as propostas de revis\u00e3o e de reajuste de tarifas encaminhadas pelas Administra\u00e7\u00f5es Portu\u00e1rias, ap\u00f3s comunica\u00e7\u00e3o ao Minist\u00e9rio da Fazenda com anteced\u00eancia m\u00ednima de quinze dias; \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/DEC%204.122-2002?OpenDocument\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">artigo 3\u00ba,\u00a0inciso VIII<\/a>, do Regulamento\u00a0da ANTAQ, aprovado pelo <a href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/DEC%204.122-2002?OpenDocument\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Decreto n\u00ba 4.122<\/a>, de 13 de fevereiro de 2002,\u00a0considerando o disposto na Portaria n\u00ba 118, de 17 de maio de 2002, do Ministro de\u00a0Estado da Fazenda, e tendo em vista o que consta do Processo n\u00ba\u00a050300.002523\/2012-26 e o que foi deliberado em sua 361\u00aa Reuni\u00e3o Ordin\u00e1ria,\u00a0realizada em 24 de abril de 2014,<br \/>\nResolve:<br \/>\nArt. 1\u00b0 Aprovar a revis\u00e3o das tarifas do Porto de Natal e do Terminal\u00a0Salineiro de Areia Branca &#8211; RN, que passam a ter a estrutura e os valores\u00a0apresentados a seguir:<br \/>\n\u201cTARIFA DO PORTO DE NATAL<br \/>\nTABELA I<br \/>\nUTILIZA\u00c7\u00c3O DA INFRAESTRUTURA DE PROTE\u00c7\u00c3O E ACESSO<br \/>\nTAXAS DEVIDAS PELO ARMADOR OU SEU AGENTE MAR\u00cdTIMO<br \/>\nITEM ESP\u00c9CIE E INCID\u00caNCIA VALOR\u00a0(R$)<br \/>\n1 Mercadoria embarcada, desembarcada ou baldeada na \u00e1rea do porto\u00a0organizado:<br \/>\n1.1 Por tonelada:<br \/>\n1.1.1 Carga Geral Solta&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 3,44<br \/>\n1.1.2 Carga Geral Unitizada&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 3,44<br \/>\n1.1.3 Granel S\u00f3lido&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 3,44<br \/>\n1.1.4 Granel L\u00edquido&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 3,44<br \/>\n1.2 Por cont\u00eainer:<br \/>\n1.2.1 Cont\u00eainer Cheio Longo Curso e Cabotagem &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 46,18<br \/>\n1.2.2 Cont\u00eainer Vazio Longo Curso e Cabotagem&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 19,44<br \/>\n1.3 Por tonelada movimentada pelas embarca\u00e7\u00f5es que se destinam aos\u00a0terminais localizados na \u00e1rea do porto organizado de Natal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 4,69<br \/>\n2. Sem embarque, desembarque ou baldeamento de mercadoria na\u00a0\u00e1rea do porto organizado, por tonelada l\u00edquida de registro (TLR) (Taxa\u00a0Convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 2,49<br \/>\n3. Por tonelada l\u00edquida de registro (TLR) das embarca\u00e7\u00f5es de pesca que\u00a0se utilizarem das instala\u00e7\u00f5es de acesso, por\u00e9m sem movimenta\u00e7\u00e3o\u00a0de carga no porto de Natal (Taxa Convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 2,49<br \/>\n4. Valor m\u00ednimo a ser cobrado desta tabela (Taxa Convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 279,24<br \/>\nNORMA DE APLICA\u00c7\u00c3O<br \/>\nA \u2013 ABRANG\u00caNCIA<br \/>\nA.1 \u2013 Os valores desta Tabela remuneram, al\u00e9m das obriga\u00e7\u00f5es da Administra\u00e7\u00e3o do\u00a0Porto, definidas nos artigos <a title=\"Art. 17. A administra\u00e7\u00e3o do porto \u00e9 exercida diretamente pela Uni\u00e3o, pela delegat\u00e1ria ou pela entidade concession\u00e1ria do porto organizado. \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\">17<\/a> e <a title=\"Art. 18. Dentro dos limites da \u00e1rea do porto organizado, compete \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do porto: I - sob coordena\u00e7\u00e3o da autoridade mar\u00edtima: a) estabelecer, manter e operar o balizamento do canal de acesso e da bacia de evolu\u00e7\u00e3o do porto; b) delimitar as \u00e1reas de fundeadouro, de fundeio para carga e descarga, de inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria e de pol\u00edcia mar\u00edtima; c) delimitar as \u00e1reas destinadas a navios de guerra e submarinos, plataformas e demais embarca\u00e7\u00f5es especiais, navios em reparo ou aguardando atraca\u00e7\u00e3o e navios com cargas inflam\u00e1veis ou explosivas; d) estabelecer e divulgar o calado m\u00e1ximo de opera\u00e7\u00e3o dos navios, em fun\u00e7\u00e3o dos levantamentos batim\u00e9tricos efetuados sob sua responsabilidade; e e) estabelecer e divulgar o porte bruto m\u00e1ximo e as dimens\u00f5es m\u00e1ximas dos navios que trafegar\u00e3o, em fun\u00e7\u00e3o das limita\u00e7\u00f5es e caracter\u00edsticas f\u00edsicas do cais do porto; II - sob coordena\u00e7\u00e3o da autoridade aduaneira: a) delimitar a \u00e1rea de alfandegamento; e b) organizar e sinalizar os fluxos de mercadorias, ve\u00edculos, unidades de cargas e de pessoas. \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\">18<\/a>\u00a0da <a href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Lei n\u00ba 12.815\/2013<\/a>, a vantagem de\u00a0encontrar adequada infraestrutura de acesso aquavi\u00e1rio, por ela mantida, e que\u00a0os requisitantes encontram para acesso e execu\u00e7\u00e3o de suas opera\u00e7\u00f5es na \u00e1rea\u00a0do porto organizado, abrangendo:<br \/>\n&#8211; \u00c1guas tranq\u00fcilas, com profundidades adequadas \u00e0s embarca\u00e7\u00f5es no canal\u00a0de acesso, na bacia de evolu\u00e7\u00e3o e junto \u00e0s instala\u00e7\u00f5es de acostagem;<br \/>\n&#8211; Balizamento do canal de acesso, desde a barra do Rio Potengi at\u00e9 as\u00a0instala\u00e7\u00f5es de acostagem.<br \/>\nB \u2013 ISEN\u00c7\u00d5ES<br \/>\nB.1 \u2013 Est\u00e3o isentos das taxas:<br \/>\na) Os navios de guerra, quando em opera\u00e7\u00e3o n\u00e3o comercial;<br \/>\nb) Especificamente o item 2, quando se trata de embarca\u00e7\u00f5es de qualquer natureza\u00a0arribada para desembarcar doente ou acidentado;<br \/>\nc) Na movimenta\u00e7\u00e3o de mercadoria pelo sistema &#8220;roll-on-roll-off&#8221;, as taxas desta\u00a0tabela n\u00e3o incidem sobre a tara do ve\u00edculo transportador.<br \/>\nC &#8211; OBSERVA\u00c7\u00d5ES<br \/>\nC.1 &#8211; Os valores dos itens 1.2.1 e 1.2.2 incluem as horas extraordin\u00e1rias nas\u00a0opera\u00e7\u00f5es de cont\u00eainer em navio de linha regular para navega\u00e7\u00e3o de longo\u00a0curso e de cabotagem.<br \/>\nC.2 \u2013 No caso de baldea\u00e7\u00e3o seja para livrar o conv\u00e9s ou por\u00e3o da embarca\u00e7\u00e3o, ou\u00a0na movimenta\u00e7\u00e3o de mercadorias em tr\u00e2nsito aduaneiro, com descarga para o\u00a0cais e embarque no mesmo ou no outro navio, as taxas desta tabela ser\u00e3o\u00a0cobradas do armador ou agente aplicando-se uma s\u00f3 vez, compreendendo as\u00a0duas opera\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias (descarga e embarque).<br \/>\nTABELA II<br \/>\nUTILIZA\u00c7\u00c3O DA INFRAESTRUTURA DE ACOSTAGEM<br \/>\nTAXAS DEVIDAS PELO ARMADOR OU SEU AGENTE MAR\u00cdTIMO<br \/>\nITEM ESP\u00c9CIE E INCID\u00caNCIA VALOR\u00a0(R$)<br \/>\n1. Pela utiliza\u00e7\u00e3o do cais e das respectivas defensas, por metro linear do\u00a0comprimento total do navio atracado e por per\u00edodo de 24 horas ou\u00a0fra\u00e7\u00e3o (taxa convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 9,21<br \/>\n2. Pela m\u00e3o-de-obra utilizada na amarra\u00e7\u00e3o ou desamarra\u00e7\u00e3o de\u00a0embarca\u00e7\u00f5es, por manobra (Taxa Convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 703,47<br \/>\nNORMA DE APLICA\u00c7\u00c3O<br \/>\nA \u2013 ABRANG\u00caNCIA<br \/>\nA.1 \u2013 As taxas desta tabela remuneram, al\u00e9m das obriga\u00e7\u00f5es da Administra\u00e7\u00e3o do\u00a0Porto, definidas nos artigos <a title=\"Art. 17. A administra\u00e7\u00e3o do porto \u00e9 exercida diretamente pela Uni\u00e3o, pela delegat\u00e1ria ou pela entidade concession\u00e1ria do porto organizado. \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\">17<\/a> e <a title=\"Art. 18. Dentro dos limites da \u00e1rea do porto organizado, compete \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do porto: I - sob coordena\u00e7\u00e3o da autoridade mar\u00edtima: a) estabelecer, manter e operar o balizamento do canal de acesso e da bacia de evolu\u00e7\u00e3o do porto; b) delimitar as \u00e1reas de fundeadouro, de fundeio para carga e descarga, de inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria e de pol\u00edcia mar\u00edtima; c) delimitar as \u00e1reas destinadas a navios de guerra e submarinos, plataformas e demais embarca\u00e7\u00f5es especiais, navios em reparo ou aguardando atraca\u00e7\u00e3o e navios com cargas inflam\u00e1veis ou explosivas; d) estabelecer e divulgar o calado m\u00e1ximo de opera\u00e7\u00e3o dos navios, em fun\u00e7\u00e3o dos levantamentos batim\u00e9tricos efetuados sob sua responsabilidade; e e) estabelecer e divulgar o porte bruto m\u00e1ximo e as dimens\u00f5es m\u00e1ximas dos navios que trafegar\u00e3o, em fun\u00e7\u00e3o das limita\u00e7\u00f5es e caracter\u00edsticas f\u00edsicas do cais do porto; II - sob coordena\u00e7\u00e3o da autoridade aduaneira: a) delimitar a \u00e1rea de alfandegamento; e b) organizar e sinalizar os fluxos de mercadorias, ve\u00edculos, unidades de cargas e de pessoas. \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\">18<\/a>\u00a0da <a href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Lei n\u00ba 12.815\/2013<\/a>, a utiliza\u00e7\u00e3o das\u00a0infraestruturas de acostagem e da faixa de cais, por ela mantida, e que os\u00a0requisitantes encontram para execu\u00e7\u00e3o de suas opera\u00e7\u00f5es no Porto abrangendo:<br \/>\n&#8211; Cais de atraca\u00e7\u00e3o que permitem execu\u00e7\u00e3o segura da movimenta\u00e7\u00e3o de\u00a0carga, de tripulantes e de passageiros;<br \/>\n&#8211; Instala\u00e7\u00f5es, redes e sistemas localizados na faixa de cais para ilumina\u00e7\u00e3o,\u00a0\u00e1gua, esgoto, energia el\u00e9trica, combate a inc\u00eandio, seguran\u00e7a do trabalho\u00a0e sanit\u00e1rios, bem como vigil\u00e2ncia destas depend\u00eancias portu\u00e1rias.<br \/>\nB \u2013 ISEN\u00c7\u00d5ES<br \/>\nB.1 \u2013 Est\u00e3o isentas das taxas:<br \/>\na) As embarca\u00e7\u00f5es auxiliares, quando atracadas aos navios em opera\u00e7\u00e3o no\u00a0cais;<br \/>\nb) Os navios de guerra quando em opera\u00e7\u00e3o n\u00e3o comercial.<br \/>\nB.2 \u2013 O servi\u00e7o mar\u00edtimo de linha regular de navio porta-cont\u00eainer, com m\u00ednimo de 24\u00a0escalas anuais no porto, est\u00e1 isento da cobran\u00e7a do item 2.<br \/>\nC \u2013 OBSERVA\u00c7\u00d5ES<br \/>\nA taxa desta tabela:<br \/>\nC.1 \u2013 Considera-se que o per\u00edodo de atraca\u00e7\u00e3o come\u00e7a com acostagem da\u00a0embarca\u00e7\u00e3o e vence ap\u00f3s 24 horas.<br \/>\nC.2 \u2013 Aplica-se \u00e0s embarca\u00e7\u00f5es que por sua conveni\u00eancia, autorizadas pela\u00a0Administra\u00e7\u00e3o do Porto, operem a contrabordo de outras atracadas ao cais.<br \/>\nC.3 \u2013 Dever\u00e1 ser atendido o prazo acordado com a Administra\u00e7\u00e3o do Porto e o seu\u00a0Agente Mar\u00edtimo ou Operador Portu\u00e1rio para realiza\u00e7\u00e3o do plano de cargas da\u00a0embarca\u00e7\u00e3o. Cumprido este prazo:<br \/>\na) Caso haja o &#8220;de acordo&#8221; da Administra\u00e7\u00e3o e seja de conveni\u00eancia da\u00a0embarca\u00e7\u00e3o permanecer atracada sem realizar movimenta\u00e7\u00e3o de carga, a\u00a0taxa desta tabela ser\u00e1 aplicada em dobro; e<br \/>\nb) N\u00e3o havendo o &#8220;de acordo&#8221; da Administra\u00e7\u00e3o do porto dever\u00e1 ser procedida\u00a0a desatraca\u00e7\u00e3o imediata. A desobedi\u00eancia acrescer\u00e1 ao armador al\u00e9m das\u00a0san\u00e7\u00f5es previstas nas &#8220;Normas de Atraca\u00e7\u00e3o do Porto de Natal&#8221; aumento\u00a0progressivo de 100% (cem por cento), por cada dia que a embarca\u00e7\u00e3o\u00a0permanecer atracada.<br \/>\nC.4 \u2013 Considera-se sempre o comprimento total da embarca\u00e7\u00e3o (determinado pelas\u00a0verticais passando pelos pontos extremos da proa \u00e0 popa), independentemente\u00a0do tipo de instala\u00e7\u00e3o ocupada ou da forma em que se der a atraca\u00e7\u00e3o e o\u00a0m\u00ednimo a cobrar ser\u00e1 de 30,0 metros.<br \/>\nC.5 \u2013 A atraca\u00e7\u00e3o e a desatraca\u00e7\u00e3o ser\u00e3o feitas sob a responsabilidade do armador,\u00a0com o emprego de pessoal e material do navio. Compete \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o do\u00a0Porto auxiliar a opera\u00e7\u00e3o com seu pessoal, sobre o cais, para a tomada dos\u00a0cabos de amarra\u00e7\u00e3o e para a fixa\u00e7\u00e3o destes nos cabe\u00e7os, de acordo com as\u00a0instru\u00e7\u00f5es do comandante ou seu preposto.<br \/>\nTABELA III<br \/>\nUTILIZA\u00c7\u00c3O DA INFRAESTRUTURA TERRESTRE<br \/>\nTAXAS DEVIDAS PELO DONO DA MERCADORIA OU OPERADOR PORTU\u00c1RIO<br \/>\nITEM ESP\u00c9CIE E INCID\u00caNCIA VALOR\u00a0(R$)<br \/>\n1. Pela utiliza\u00e7\u00e3o da infraestrutura colocada \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para a\u00a0transfer\u00eancia de mercadorias das embarca\u00e7\u00f5es at\u00e9 as instala\u00e7\u00f5es de\u00a0armazenagem, localizadas na \u00e1rea do Porto, ou sentido inverso, por\u00a0tonelada:<br \/>\n1.1 Carga Geral:<br \/>\n1.1.1 Unitizada&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 3,54<br \/>\n1.1.2 N\u00e3o Unitizada&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 3,87<br \/>\n1.1.3 Sacaria&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 3,54<br \/>\n1.2 Granel S\u00f3lido&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 2,60<br \/>\n1.3 Granel L\u00edquido:<br \/>\n1.3.1 \u00d3leo Vegetal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 2,84<br \/>\n1.3.2 Derivado de Petr\u00f3leo e \u00c1lcool&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 5,26<br \/>\n1.4 Combust\u00edveis ou inflam\u00e1veis transitados pelas instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias\u00a0em ve\u00edculo-tanque, para abastecimento de embarca\u00e7\u00f5es&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 3,02<br \/>\n2. Pela utiliza\u00e7\u00e3o da infraestrutura colocada \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para a\u00a0transfer\u00eancia de mercadorias das embarca\u00e7\u00f5es at\u00e9 as instala\u00e7\u00f5es de\u00a0armazenagem, localizadas na \u00e1rea do Porto, ou sentido inverso, por\u00a0cont\u00eainer:<br \/>\n2.1 Cont\u00eainer Cheio Longo Curso e Cabotagem&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 51,02<br \/>\n2.2 Cont\u00eainer Vazio Longo Curso e Cabotagem&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 18,80<br \/>\n3. Valor m\u00ednimo (Taxa Convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 225,54<br \/>\nNORMA DE APLICA\u00c7\u00c3O<br \/>\nA &#8211; ABRANG\u00caNCIA<br \/>\nA.1 \u2013 As taxas desta Tabela remuneram a utiliza\u00e7\u00e3o da infraestrutura terrestre,\u00a0mantida pela Administra\u00e7\u00e3o do Porto, e que os requisitantes encontram para\u00a0acesso e execu\u00e7\u00e3o de suas opera\u00e7\u00f5es no porto, abrangendo: arruamento,\u00a0pavimenta\u00e7\u00e3o, sinaliza\u00e7\u00e3o e ilumina\u00e7\u00e3o, acesso rodo ou ferrovi\u00e1rios, instala\u00e7\u00e3o\u00a0de combate a inc\u00eandio, redes de \u00e1gua, esgoto e energia el\u00e9trica, instala\u00e7\u00f5es\u00a0sanit\u00e1rias, seguran\u00e7a do trabalho, vigil\u00e2ncia das depend\u00eancias portu\u00e1rias, bem\u00a0como os demais recursos necess\u00e1rios para que a Administra\u00e7\u00e3o do Porto\u00a0exer\u00e7a suas atribui\u00e7\u00f5es, estabelecida nos artigos <a title=\"Art. 17. A administra\u00e7\u00e3o do porto \u00e9 exercida diretamente pela Uni\u00e3o, pela delegat\u00e1ria ou pela entidade concession\u00e1ria do porto organizado. \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\">17<\/a> e <a title=\"Art. 18. Dentro dos limites da \u00e1rea do porto organizado, compete \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do porto: I - sob coordena\u00e7\u00e3o da autoridade mar\u00edtima: a) estabelecer, manter e operar o balizamento do canal de acesso e da bacia de evolu\u00e7\u00e3o do porto; b) delimitar as \u00e1reas de fundeadouro, de fundeio para carga e descarga, de inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria e de pol\u00edcia mar\u00edtima; c) delimitar as \u00e1reas destinadas a navios de guerra e submarinos, plataformas e demais embarca\u00e7\u00f5es especiais, navios em reparo ou aguardando atraca\u00e7\u00e3o e navios com cargas inflam\u00e1veis ou explosivas; d) estabelecer e divulgar o calado m\u00e1ximo de opera\u00e7\u00e3o dos navios, em fun\u00e7\u00e3o dos levantamentos batim\u00e9tricos efetuados sob sua responsabilidade; e e) estabelecer e divulgar o porte bruto m\u00e1ximo e as dimens\u00f5es m\u00e1ximas dos navios que trafegar\u00e3o, em fun\u00e7\u00e3o das limita\u00e7\u00f5es e caracter\u00edsticas f\u00edsicas do cais do porto; II - sob coordena\u00e7\u00e3o da autoridade aduaneira: a) delimitar a \u00e1rea de alfandegamento; e b) organizar e sinalizar os fluxos de mercadorias, ve\u00edculos, unidades de cargas e de pessoas. \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\">18<\/a>\u00a0da <a href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Lei n\u00ba 12.815\/2013<\/a>.<br \/>\nB &#8211; ISEN\u00c7\u00d5ES<br \/>\nB.1 \u2013 Volumes que constitu\u00edrem bagagem de passageiros e tripulantes.<br \/>\nC &#8211; OBSERVA\u00c7\u00d5ES<br \/>\nC.1 \u2013 No caso de baldea\u00e7\u00e3o seja para livrar o conv\u00e9s ou por\u00e3o da embarca\u00e7\u00e3o, ou na\u00a0movimenta\u00e7\u00e3o de mercadorias em tr\u00e2nsito aduaneiro, com descarga para o cais e\u00a0embarque no mesmo ou no outro navio, as taxas desta tabela ser\u00e3o cobradas do\u00a0armador ou agente aplicando-se uma s\u00f3 vez, compreendendo as duas opera\u00e7\u00f5es\u00a0portu\u00e1rias (descarga e embarque).<br \/>\nC.2 \u2013 As taxas desta tabela aplicam-se ao peso bruto das mercadorias, levando-se em\u00a0conta a pr\u00f3pria embalagem ou acess\u00f3rios para acondicionamento.<br \/>\nC.3 \u2013 Nos casos em que o cont\u00eainer acondicionar carga manifestada a mais de um\u00a0dono da mercadoria, a cobran\u00e7a ser\u00e1 feita por tonelada movimentada, ficando\u00a0facultada a aplica\u00e7\u00e3o da taxa do item 2.1 quando for definido respons\u00e1vel \u00fanico\u00a0para o pagamento dos respectivos valores.<br \/>\nC.4 \u2013 As despesas com os servi\u00e7os executados para se dar consumo a mercadoria,\u00a0por determina\u00e7\u00e3o de autoridade federal ou estadual, ser\u00e3o cobradas dos\u00a0respectivos donos, juntamente com as taxas de servi\u00e7os portu\u00e1rios e outras taxas\u00a0decorrentes de Lei, que sobre elas tenham incidido.<br \/>\nC.5 \u2013 As taxas desta tabela n\u00e3o incluem o fornecimento de guindastes, empilhadeiras,\u00a0sugador ou outros equipamentos de movimenta\u00e7\u00e3o de cargas da Administra\u00e7\u00e3o\u00a0do Porto.<br \/>\nC.6 \u2013 Os valores dos itens 2.1 e 2.2 incluem as horas extraordin\u00e1rias nas opera\u00e7\u00f5es\u00a0de cont\u00eainer em navio de linha regular para navega\u00e7\u00e3o de longo curso e de\u00a0cabotagem.<br \/>\nC.7 \u2013 Para incentivo, poder\u00e1 ser concedido desconto, a convencionar, nos valores\u00a0desta tabela para cargas soltas e conteinerizadas.<br \/>\nC.8 \u2013 As mercadorias consideradas \u201cinsalubres\u201d, \u201cnocivas\u201d ou \u201cperigosas\u201d, em virtude\u00a0de sua natureza e embalagem ou ambiente em que forem movimentadas dever\u00e3o\u00a0ter seu valor acordado com a DIREXE.<br \/>\nTABELA IV<br \/>\nARMAZENAGEM<br \/>\nTAXAS DEVIDAS PELO DONO DA MERCADORIA OU REQUISITANTE<br \/>\nITEM ESP\u00c9CIE E INCID\u00caNCIA VALOR\u00a0(R$)<br \/>\n1\u00a0MERCADORIA EM TR\u00c2NSITO ADUANEIRO OU MERCADORIA\u00a0IMPORTADA LONGO CURSO DESEMBARCADA NO PORTO<br \/>\nMercadoria de qualquer natureza solta ou unitizada, inclusive em\u00a0cont\u00eainer, recebida em tr\u00e2nsito aduaneiro ou importada do\u00a0estrangeiro, e depositada em armaz\u00e9m ou p\u00e1tio alfandegado, sobre\u00a0o valor CIF da mercadoria ou, na falta deste, sobre o seu valor\u00a0comercial:<br \/>\n1.1 No primeiro per\u00edodo de 15 dias ou fra\u00e7\u00e3o, por per\u00edodo:<br \/>\n1.1.1 At\u00e9 o valor de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 0,394%<br \/>\n1.1.2 Pelo valor que exceder o de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230; 0,197%<br \/>\n1.2 A partir do segundo per\u00edodo de 15 dias ou fra\u00e7\u00e3o, por per\u00edodo<br \/>\n1.2.1 At\u00e9 o valor de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 0,525%<br \/>\n1.2.2 Pelo valor que exceder o de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230; 0,394%<br \/>\n2 MERCADORIA IMPORTADA LONGO CURSO DESEMBARCADA\u00a0NO PORTO EM LINHA REGULAR<br \/>\n2.1 MERCADORIA CONTEINERIZADA<br \/>\nCont\u00eainer cheio importado do estrangeiro, atrav\u00e9s do Porto de\u00a0Natal, e depositado em armaz\u00e9m ou p\u00e1tio alfandegado, sobre o\u00a0valor CIF da mercadoria ou, na falta deste, sobre o seu valor\u00a0comercial:<br \/>\n2.1.1 No primeiro per\u00edodo de 10 dias ou fra\u00e7\u00e3o, por per\u00edodo e por\u00a0cont\u00eainer:<br \/>\n2.1.1.1 At\u00e9 o valor de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 102,41<br \/>\n2.1.1.2 Por valor acima de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 128,67<br \/>\n2.1.2 No segundo per\u00edodo de 10 dias ou fra\u00e7\u00e3o por per\u00edodo e por\u00a0cont\u00eainer:<br \/>\n2.1.2.1 At\u00e9 o valor de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 204,70<br \/>\n2.1.2.2 Por valor acima de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 257,33<br \/>\n2.1.3 No terceiro per\u00edodo e subseq\u00fcentes de 10 dias ou fra\u00e7\u00e3o por\u00a0per\u00edodo e por cont\u00eainer:<br \/>\n2.1.3.1 At\u00e9 o valor de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 409,36<br \/>\n2.1.3.2 Por valor acima de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 514,62<br \/>\n2.2 MERCADORIA N\u00c3O CONTEINERIZADA<br \/>\nMercadoria n\u00e3o conteinerizada depositada em armaz\u00e9m ou p\u00e1tio,\u00a0sobre o valor CIF da mercadoria ou, na falta deste, sobre o seu\u00a0valor comercial.<br \/>\n2.2.1 No primeiro per\u00edodo de 10 dias ou fra\u00e7\u00e3o (carga geral ou granel\u00a0s\u00f3lido), por tonelada:<br \/>\n2.2.1.1 At\u00e9 o valor de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 8,48<br \/>\n2.2.1.2 Por valor acima de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 11,06<br \/>\n2.2.2 No segundo per\u00edodo de 10 dias ou fra\u00e7\u00e3o, por tonelada:<br \/>\n2.2.2.1 At\u00e9 o valor de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 11,71<br \/>\n2.2.2.2 Por valor acima de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230; 14,98<br \/>\n2.2.3 No terceiro per\u00edodo e subseq\u00fcentes de 10 dias ou fra\u00e7\u00e3o, por\u00a0tonelada:<br \/>\n2.2.3.1 At\u00e9 o valor de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 23,41<br \/>\n2.2.3.2 Por valor acima de R$ 600.000,00 (valor convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 29,91<br \/>\n3 MERCADORIA NACIONAL OU NACIONALIZADA<br \/>\n3.1 ARMAZENADA EM CONT\u00caINER, POR UNIDADE:<br \/>\n3.1.1 Cont\u00eainer cheio de 20&#8242; ou 40&#8242;, por per\u00edodo de 10 dias ou fra\u00e7\u00e3o:<br \/>\na) Pelo primeiro per\u00edodo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 24,59<br \/>\nb) Pelo segundo per\u00edodo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 49,19<br \/>\nc) Pelo terceiro per\u00edodo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 73,78<br \/>\nd) Pelos per\u00edodos subseq\u00fcentes&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 98,29<br \/>\n3.2 MERCADORIA N\u00c3O CONTEINERIZADA, POR TONELADA OU M3:<br \/>\n3.2.1 Carga geral n\u00e3o conteinerizada depositada em armaz\u00e9m ou p\u00e1tio,\u00a0por tonelada ou fra\u00e7\u00e3o ou por m3, o que for maior, per\u00edodo de 10\u00a0dias ou fra\u00e7\u00e3o:<br \/>\na) Pelo primeiro per\u00edodo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 7,52<br \/>\nb) Pelo segundo per\u00edodo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 15,04<br \/>\nc) Pelo terceiro per\u00edodo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 22,55<br \/>\nd) Pelos per\u00edodos subsequentes&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 30,07<br \/>\n3.2.2 Granel s\u00f3lido depositado em armaz\u00e9m ou galp\u00e3o, por tonelada ou\u00a0fra\u00e7\u00e3o, por per\u00edodo de 10 dias ou fra\u00e7\u00e3o:<br \/>\na) Pelo primeiro per\u00edodo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 2,23<br \/>\nb) Pelo segundo per\u00edodo e subsequentes&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 5,33<br \/>\n3.2.3 Granel s\u00f3lido depositado no p\u00e1tio por tonelada ou fra\u00e7\u00e3o, por\u00a0per\u00edodo de 10 dias ou fra\u00e7\u00e3o:<br \/>\nc) Pelo primeiro per\u00edodo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 0,56<br \/>\nd) Pelo segundo per\u00edodo e subsequentes&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 1,33<br \/>\n4. ARMAZENAGEM NO FRIGOR\u00cdFICO (Taxa Convencional)<br \/>\n4.1 Pelo armazenamento nas c\u00e2maras do frigor\u00edfico, pelo per\u00edodo de 10\u00a0dias ou fra\u00e7\u00e3o, incluindo o uso de \u00e1rea para ova\u00e7\u00e3o e desova\u00e7\u00e3o.\u00a0N\u00e3o incluso consumo de energia e a manuten\u00e7\u00e3o da refrigera\u00e7\u00e3o.\u00a0Por tonelada&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 11,71<br \/>\n4.2 Pelo uso do t\u00fanel de resfriamento, por tonelada: &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 6,00<br \/>\n5. MERCADORIA PERIGOSA (Taxa Convencional)<br \/>\nMercadoria perigosa nacional ou nacionalizada depositada em\u00a0armaz\u00e9m ou p\u00e1tio. Per\u00edodo e valor a serem acordados com a\u00a0DIREXE.<br \/>\n6. CONT\u00caINER VAZIO NA EXPORTA\u00c7\u00c3O E IMPORTA\u00c7\u00c3O,\u00a0LONGO CURSO E CABOTAGEM<br \/>\nCont\u00eainer vazio, por dia:<br \/>\na) Cont\u00eainer vazio de 20\u2019&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 1,50<br \/>\nb) Cont\u00eainer vazio de 40\u2019&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 1,95<br \/>\n7. Valor m\u00ednimo a cobrar (Taxa Convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 214,80<br \/>\nNORMA DE APLICA\u00c7\u00c3O<br \/>\nA \u2013 ABRANG\u00caNCIA<br \/>\nA. 1 \u2013 As taxas desta tabela remuneram o servi\u00e7o da fiel guarda de mercadorias\u00a0importadas, a exportar ou em tr\u00e2nsito depositadas sob responsabilidade da\u00a0Administra\u00e7\u00e3o do Porto, incluindo tamb\u00e9m, o recebimento, abertura para\u00a0confer\u00eancia aduaneira, pesagem das mercadorias avariadas e sua entrega.<br \/>\nB \u2013 ISEN\u00c7\u00d5ES<br \/>\nEst\u00e3o isentas das taxas desta tabela:<br \/>\nB.1 \u2013 A bagagem acompanhada ou desacompanhada, que n\u00e3o perca a conceitua\u00e7\u00e3o\u00a0de bagagem e outros artigos ou mercadorias previstas na legisla\u00e7\u00e3o em vigor, se\u00a0retiradas dentro do prazo de 02 dias corridos, contados da data da respectiva\u00a0descarga;<br \/>\nB.2 \u2013 O cont\u00eainer vazio nos primeiros 30 dias;<br \/>\nB.3 \u2013 A mercadoria exportada de longo curso e a importada ou exportada de\u00a0cabotagem, desde que retiradas das instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias at\u00e9 o 10\u00b0 dia corrido,\u00a0contado da data do recebimento pela Administra\u00e7\u00e3o do Porto de Natal para\u00a0embarque ou desembarque neste porto.<br \/>\nC \u2013 OBSERVA\u00c7\u00d5ES<br \/>\nC.1 \u2013 Expirados os prazos de isen\u00e7\u00e3o previstos nesta tabela, sem que as mercadorias\u00a0ou cont\u00eaineres tenham sido retirados, estes ficar\u00e3o sujeitos \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o das taxas\u00a0de armazenagem conforme o caso, retroagindo a contagem do per\u00edodo de\u00a0armazenagem \u00e0 data do recebimento;<br \/>\nC.2 &#8211; Compete aos respectivos donos o seguro das mercadorias de modo a eximir a\u00a0Administra\u00e7\u00e3o do Porto de toda e qualquer responsabilidade por perdas e danos\u00a0que as mesmas venham a sofrer;<br \/>\nC.3 \u2013 As taxas de servi\u00e7os portu\u00e1rios e outras decorrentes de Lei, incidentes sobre\u00a0mercadoria abandonada, quando n\u00e3o cobertas pelo produto de sua venda, ser\u00e3o\u00a0cobradas do respectivo dono;<br \/>\nC.4 \u2013 O prazo de armazenamento ser\u00e1 cobrado a partir do dia do recebimento da\u00a0carga;<br \/>\nC.5 \u2013 A armazenagem de mercadoria em tr\u00e2nsito aduaneiro ou pertencente a navio\u00a0arribado \u00e9 devida pelo armador quando o tr\u00e2nsito for de sua responsabilidade\u00a0comprovada atrav\u00e9s do conhecimento, ou pelo requisitante da carga;<br \/>\nC.6 \u2013 As despesas com os servi\u00e7os executados para dar consumo a mercadorias, por\u00a0determina\u00e7\u00e3o de autoridade federal ou estadual, ser\u00e3o cobradas dos respectivos\u00a0donos, juntamente com as taxas de servi\u00e7os portu\u00e1rios e outras decorrentes de\u00a0Lei, em que elas tiverem incidido;<br \/>\nC.7 &#8211; A cobran\u00e7a das taxas desta tabela estar\u00e1 limitada ao 120\u00ba dia corrido do in\u00edcio\u00a0da armazenagem. A partir deste limite, as mercadorias ser\u00e3o consideradas\u00a0abandonadas para todos os fins de direito, exceto para as mercadorias\u00a0importadas do estrangeiro, situa\u00e7\u00e3o em que, a partir do 90\u00b0 dia corrido de\u00a0armazenagem, aplicar-se-\u00e1 legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para processo de perdimento\u00a0aduaneiro;<br \/>\nC.8 &#8211; As isen\u00e7\u00f5es desta tabela est\u00e3o previstas, exclusivamente, para cargas\u00a0embarcadas ou desembarcadas no Porto de Natal.<br \/>\nC.9 &#8211; Os per\u00edodos de armazenagem poder\u00e3o ser ampliados, a crit\u00e9rio da\u00a0Administra\u00e7\u00e3o do Porto de Natal.<br \/>\nC.10 \u2013 Para o armazenamento no frigor\u00edfico, o usu\u00e1rio se responsabilizar\u00e1 pelo\u00a0funcionamento e manuten\u00e7\u00e3o dos equipamentos do mesmo, mediante contrato\u00a0firmado com a CODERN.<br \/>\nC.11 &#8211; Para os itens 4.1 e 4.2, o usu\u00e1rio pagar\u00e1 \u00e0 CODERN o consumo de energia, de\u00a0acordo com a Tabela V, item 2.1, deste tarif\u00e1rio.<br \/>\nTABELA V<br \/>\nATIVIDADES DE APOIO AOS NAVIOS<br \/>\nTAXAS DEVIDAS PELOS REQUISITANTES (VALORES CONVENCIONAIS)<br \/>\nITEM ESP\u00c9CIE E INCID\u00caNCIA VALOR\u00a0(R$)<br \/>\n1. Fornecimento de \u00e1gua por metro c\u00fabico&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 17,72<br \/>\n2. Fornecimento de energia el\u00e9trica:<br \/>\n2.1 Pelo consumo mensurado de energia por KWH (m\u00ednimo a cobrar 40\u00a0KWH)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 3,33<br \/>\n2.2 Para cont\u00eainer ou carreta frigorificada, por dia ou fra\u00e7\u00e3o. Valor inclui\u00a0plugagem e desplugagem do cabo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 62,18<br \/>\n2.3 Pelo consumo de energia nas opera\u00e7\u00f5es de inspe\u00e7\u00e3o Anterior a\u00a0Viagem (Pre Trip Inspection), baixa e atualiza\u00e7\u00e3o dos dados\u00a0eletr\u00f4nicos dos cont\u00eaineres refrigerados. Pelas tr\u00eas opera\u00e7\u00f5es, por\u00a0cont\u00eainer&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 24,40<br \/>\n2.4 Pelo consumo de energia nos pequenos reparos dos cont\u00eaineres.\u00a0Por cont\u00eainer&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 6,77<br \/>\n2.5 Pelo uso do frigor\u00edfico, reembolso da fatura da concession\u00e1ria\u00a0acrescida de 20%<br \/>\n3. Pela \u00e1rea utilizada em armaz\u00e9m ou p\u00e1tio para ova\u00e7\u00e3o, desova\u00e7\u00e3o\u00a0ou fiscaliza\u00e7\u00e3o de cont\u00eainer:<br \/>\n3.1 Por cont\u00eainer importado longo curso desembarcado no porto&#8230;&#8230;&#8230;.. 64,98<br \/>\n3.2 Por cont\u00eainer para exporta\u00e7\u00e3o longo curso a ser embarcado no\u00a0porto e por cabotagem&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 64,98<br \/>\n3.3 Por remo\u00e7\u00e3o de cont\u00eainer para confer\u00eancia aduaneira, por cont\u00eainer 64,98<br \/>\n3.4 Pelo uso da plataforma elevat\u00f3ria e\/ou acompanhamento para\u00a0retirada e\/ou reposi\u00e7\u00e3o de amostra para fiscaliza\u00e7\u00e3o, por\u00a0cont\u00eainer&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 4,30<br \/>\n4. Pesagem de mercadoria:<br \/>\n4.1 Por tonelada de carga e tara de ve\u00edculo &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 1,45<br \/>\n4.2 Por cont\u00eainer&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 31,90<br \/>\n5. Por carregamento ou descarregamento de mercadorias em ve\u00edculos\u00a0que n\u00e3o est\u00e3o transportando carga comercial desembarcada ou a\u00a0ser embarcada no porto, por tonelada. (m\u00ednimo a cobrar R$ 35,00) 5,91<br \/>\n6. Coleta de Res\u00edduo S\u00f3lido:<br \/>\n6.1 Res\u00edduo Comum, por ca\u00e7amba ou unidade de carga coletora,\u00a0limitada a 5 toneladas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 327,57<br \/>\n6.2 Res\u00edduo Tipo A, por bombona de 25Kg de carga coletora (a ser\u00a0acertado com o Agente Mar\u00edtimo)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0&#8211;<br \/>\n7. Reembolso por cada placa de defensas avariadas ou danificadas ao\u00a0pre\u00e7o de mercado.<br \/>\n8. Pelo fornecimento de certid\u00f5es e crach\u00e1s&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 32,22<br \/>\n9. Pelo fornecimento de plantas ou relat\u00f3rios,&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 40,81<br \/>\n10. Cobran\u00e7a por passageiro em tr\u00e2nsito, embarcados ou\u00a0desembarcados&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 13,43<br \/>\n11. Cobran\u00e7a, por pessoa, nas trocas de turno da tripula\u00e7\u00e3o das\u00a0embarca\u00e7\u00f5es&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 13,43<br \/>\n12. Cobran\u00e7a pelo uso de \u00e1rea no p\u00e1tio para realiza\u00e7\u00e3o de atividades\u00a0de apoio:<br \/>\n12.1 Por metro quadrado de \u00e1rea utilizada e por per\u00edodo de 15 dias ou\u00a0fra\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 6,51<br \/>\n12.2 Por \u00e1rea utilizada por cont\u00eainer e por per\u00edodo de 15 dias ou\u00a0fra\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 129,95<br \/>\n13. Cobran\u00e7a pelo uso de sala nas depend\u00eancias da CODERN\u00a0destinada \u00e0 atividade de apoio. Por metro quadrado e por per\u00edodo\u00a0de 15 dias ou fra\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 10,20<br \/>\n14. Por lavagem comum de cont\u00eainer nos p\u00e1tios, incluso consumo de\u00a0\u00e1gua e energia, por cont\u00eainer&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 10,31<br \/>\n15. Por lavagem qu\u00edmica de cont\u00eainer nos p\u00e1tios, incluso consumo de\u00a0\u00e1gua e energia, por cont\u00eainer&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 42,53<br \/>\n16. Multa pelo n\u00e3o recolhimento de lacre resultante da vistoria do\u00a0cont\u00eainer. Por lacre&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 61,22<br \/>\n17. Multa pelo derramamento de \u00f3leo nos p\u00e1tios a fim de compensar a\u00a0manuten\u00e7\u00e3o, por metro quadrado&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 94,51<br \/>\n18. Pelo uso de empilhadeira para 4 toneladas, por hora.(m\u00ednimo 4h) 70,88<br \/>\n19. Cobran\u00e7a do Armador e\/ou seu Agente Mar\u00edtimo como tamb\u00e9m do\u00a0Operador Portu\u00e1rio de 10% (dez por cento) sobre o valor da nota\u00a0fiscal dos servi\u00e7os contratados por estes e executados nas\u00a0depend\u00eancias do Porto de Natal. Os servi\u00e7os consistem de\u00a0manuten\u00e7\u00e3o e\/ou reparo, coleta de res\u00edduos s\u00f3lidos e l\u00edquidos\u00a0(excluindo-se o lixo comum, contemplado no item 6.1 da Tabela V\u00a0do tarif\u00e1rio do Porto de Natal) e fornecimento de rancho&#8230;&#8230;\u00a010%\u00a0sobre\u00a0valor da\u00a0Nota\u00a0Fiscal<br \/>\n20. Quando a efetiva\u00e7\u00e3o das vantagens oferecidas for realizada em\u00a0qualquer dia fora do hor\u00e1rio de expediente normal, nos s\u00e1bados,\u00a0nos domingos e feriados, ser\u00e3o cobradas do requisitante dos\u00a0servi\u00e7os as horas extraordin\u00e1rias no valor de R$ 83,00 (oitenta e\u00a0tr\u00eas reais) por hora extra de 50% e R$ 105,00 (cento e cinco\u00a0reais), hora extra de 100%. A Solicita\u00e7\u00e3o desses servi\u00e7os dever\u00e1\u00a0ser realizada por meio do formul\u00e1rio de Requisi\u00e7\u00e3o de Servi\u00e7os\u00a0Portu\u00e1rios-RESP.<br \/>\nNORMA DE APLICA\u00c7\u00c3O<br \/>\nA \u2013 ABRANG\u00caNCIA<br \/>\nA.1 \u2013 As taxas desta tabela remuneram o fornecimento de \u00e1gua, de energia el\u00e9trica e\u00a0as demais facilidades disponibilizadas pela Administra\u00e7\u00e3o do Porto, em suas\u00a0depend\u00eancias.<br \/>\nB \u2013 ISEN\u00c7\u00d5ES<br \/>\n\u2013 N\u00e3o h\u00e1.<br \/>\nC \u2013 OBSERVA\u00c7\u00d5ES<br \/>\nC. 1 \u2013 Os valores especificados nos itens 1 e 2 desta tabela incluem a tarifa da\u00a0concession\u00e1ria e a taxa de administra\u00e7\u00e3o do porto.<br \/>\nC. 2 &#8211; Os valores das taxas 1, 2 e 6 desta tabela poder\u00e3o ser revistos em raz\u00e3o de\u00a0reajuste nos pre\u00e7os praticados pelos fornecedores dos respectivos servi\u00e7os\u00a0p\u00fablicos.<br \/>\nC. 3 &#8211; A pesagem de cont\u00eainer destinado \u00e0 linha regular de navio ser\u00e1 de R$ 5,50 por\u00a0cont\u00eainer.<br \/>\nC. 4 &#8211; A Administra\u00e7\u00e3o do Porto n\u00e3o assume qualquer responsabilidade sobre a\u00a0fidelidade dos dados que fornece com base em documentos emitidos por\u00a0terceiros.<br \/>\nADENDO \u2013 DISPOSI\u00c7\u00d5ES GERAIS<br \/>\n1. A Administra\u00e7\u00e3o da CODERN poder\u00e1 praticar valores tarif\u00e1rios incentivados, por\u00a0prazo determinado, como instrumento comercial.<br \/>\n2. A Administra\u00e7\u00e3o da CODERN poder\u00e1 realizar contratos operacionais, visando \u00e0\u00a0atra\u00e7\u00e3o de novas cargas ou \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o de cargas existentes.<br \/>\n3. A Administra\u00e7\u00e3o do Porto poder\u00e1 estabelecer taxas convencionais para servi\u00e7os\u00a0ou vantagens, cuja natureza e caracter\u00edstica dos mesmos n\u00e3o tenham valores\u00a0previstos para sua presta\u00e7\u00e3o na tarifa portu\u00e1ria, ou que n\u00e3o se configurem como\u00a0de efetivo servi\u00e7o ou vantagem relativos a embarque ou desembarque de cargas.\u00a0As tarifas convencionais ser\u00e3o aprovadas pela Diretoria-Executiva.<br \/>\n4. As taxas devidas pelos terminais de uso privativo, pelos arrendat\u00e1rios de\u00a0instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias e pelos detentores de \u00a0contratos operacionais, ser\u00e3o\u00a0reajustadas de acordo com os crit\u00e9rios previstos nos respectivos contratos.<br \/>\n5. Todos os valores deste tarif\u00e1rio incluem PIS, COFINS e ISS.<br \/>\n6. A estrutura tarif\u00e1ria n\u00e3o pode ser um instrumento inerte, devendo acompanhar a\u00a0evolu\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os portu\u00e1rios, suas tend\u00eancias e avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos, obedecer\u00a0aos princ\u00edpios de mercado e \u00e0 rela\u00e7\u00e3o capital-trabalho. Portanto, sempre que\u00a0necess\u00e1rio, deve sofrer transforma\u00e7\u00f5es para adequar-se ao perfil s\u00f3cio-econ\u00f4mico\u00a0do porto.<br \/>\n7. De acordo com a legisla\u00e7\u00e3o trabalhista vigente, s\u00e3o considerados hor\u00e1rios extraordin\u00e1rios:<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">HORAS EXTRAS 50%<br \/>\nVALOR : R$ 83,00\/hora\/pessoa<br \/>\nSEGUNDA A SEXTA S\u00c1B<br \/>\nNOTURNO 04:00-07:00 04:00-07:00<br \/>\nDIURNO 17:00-19:00 13:00-19:00<br \/>\nHORAS EXTRAS 100%<br \/>\nVALOR : R$ 105,00\/hora\/pessoa<br \/>\nSEGUNDA A S\u00c1BADO DOM FERIADO<br \/>\nDIURNO 11:00-13:00 07:00-19:00 07:00-19:00<br \/>\nNOTURNO 23:00-24:00 00:00-07:00 00:00-07:00<br \/>\n19:00-24:00 19:00-24:00<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u201cTARIFA DO TERMINAL SALINEIRO DE AREIA BRANCA<br \/>\nTABELA I<br \/>\nUTILIZA\u00c7\u00c3O DA INFRAESTRUTURA DE PROTE\u00c7\u00c3O E ACESSO AQUAVI\u00c1RIO<br \/>\nVALORES DEVIDOS PELO ARMADOR OU SEU AGENTE MAR\u00cdTIMO<br \/>\nITEM ESP\u00c9CIE E INCID\u00caNCIA VALOR\u00a0(R$)<br \/>\n1. Por tonelada de carga embarcada no Terminal Salineiro de Areia\u00a0Branca<br \/>\n1.1 Cabotagem (aparelhamento)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 3,76<br \/>\n1.2 Longo Curso (aparelhamento)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 3,76<br \/>\n2. Valor m\u00ednimo a ser cobrado&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 15.036,00<br \/>\nNORMA DE APLICA\u00c7\u00c3O<br \/>\nA \u2013 ABRANG\u00caNCIA<br \/>\nA.1 \u2013 Os valores desta tabela remuneram, al\u00e9m das obriga\u00e7\u00f5es da Administra\u00e7\u00e3o do\u00a0Porto, definidas nos artigos <a title=\"Art. 17. A administra\u00e7\u00e3o do porto \u00e9 exercida diretamente pela Uni\u00e3o, pela delegat\u00e1ria ou pela entidade concession\u00e1ria do porto organizado. \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\">17<\/a> e <a title=\"Art. 18. Dentro dos limites da \u00e1rea do porto organizado, compete \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do porto: I - sob coordena\u00e7\u00e3o da autoridade mar\u00edtima: a) estabelecer, manter e operar o balizamento do canal de acesso e da bacia de evolu\u00e7\u00e3o do porto; b) delimitar as \u00e1reas de fundeadouro, de fundeio para carga e descarga, de inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria e de pol\u00edcia mar\u00edtima; c) delimitar as \u00e1reas destinadas a navios de guerra e submarinos, plataformas e demais embarca\u00e7\u00f5es especiais, navios em reparo ou aguardando atraca\u00e7\u00e3o e navios com cargas inflam\u00e1veis ou explosivas; d) estabelecer e divulgar o calado m\u00e1ximo de opera\u00e7\u00e3o dos navios, em fun\u00e7\u00e3o dos levantamentos batim\u00e9tricos efetuados sob sua responsabilidade; e e) estabelecer e divulgar o porte bruto m\u00e1ximo e as dimens\u00f5es m\u00e1ximas dos navios que trafegar\u00e3o, em fun\u00e7\u00e3o das limita\u00e7\u00f5es e caracter\u00edsticas f\u00edsicas do cais do porto; II - sob coordena\u00e7\u00e3o da autoridade aduaneira: a) delimitar a \u00e1rea de alfandegamento; e b) organizar e sinalizar os fluxos de mercadorias, ve\u00edculos, unidades de cargas e de pessoas. \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\">18<\/a>\u00a0da <a href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Lei n\u00ba 12.815\/2013<\/a>, a utiliza\u00e7\u00e3o da\u00a0infraestrutura de acesso aquavi\u00e1rio, por ela mantida, e que os requisitantes\u00a0encontram para acesso e execu\u00e7\u00e3o de suas opera\u00e7\u00f5es no Porto, abrangendo:<br \/>\n\u2013 \u00c1guas com profundidades adequadas \u00e0s embarca\u00e7\u00f5es no canal de acesso, na\u00a0bacia de evolu\u00e7\u00e3o e junto \u00e0s instala\u00e7\u00f5es \u00a0de acostagem;<br \/>\n\u2013 Balizamento do canal de acesso do recife Jo\u00e3o da Cunha at\u00e9 as instala\u00e7\u00f5es de\u00a0acostagem nos dolfins.<br \/>\nB \u2013 ISEN\u00c7\u00d5ES<br \/>\nB.1 \u2013 Est\u00e3o isentas das taxas as embarca\u00e7\u00f5es auxiliares de tr\u00e1fego portu\u00e1rio do\u00a0Terminal Salineiro de Areia Branca.<br \/>\nTABELA II<br \/>\nUTILIZA\u00c7\u00c3O DA INFRAESTRUTURA DE ACOSTAGEM<br \/>\nVALORES DEVIDOS PELO ARMADOR OU SEU AGENTE MAR\u00cdTIMO<br \/>\nITEM ESP\u00c9CIE E INCID\u00caNCIA VALOR\u00a0(R$)<br \/>\n1. No Terminal Salineiro (alto mar)<br \/>\n1.1 Por metro linear de cais ocupado por embarca\u00e7\u00e3o atracada e por\u00a0dia ou fra\u00e7\u00e3o (aparelhamento)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 19,12<br \/>\n1.2 Pela m\u00e3o-de-obra utilizada na amarra\u00e7\u00e3o ou desamarra\u00e7\u00e3o de\u00a0embarca\u00e7\u00f5es, por manobra (taxa convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 1.707,66<br \/>\n1.3 Pela utiliza\u00e7\u00e3o das defensas dos dolfins, por metro linear do\u00a0comprimento total do navio atracado, por dia ou fra\u00e7\u00e3o (taxa\u00a0convencional) (aparelhamento)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 10,74<br \/>\n1.4 Valor m\u00ednimo a ser cobrado por navio&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 10.310,40<br \/>\n2. No Cais de Barca\u00e7as (alto Mar)<br \/>\n2.1 Pela ocupa\u00e7\u00e3o de cais de barca\u00e7as e utiliza\u00e7\u00e3o das defensas\u00a0(aparelhamento)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 107,40<br \/>\n2.2 Pela m\u00e3o-de-obra utilizada na amarra\u00e7\u00e3o ou desamarra\u00e7\u00e3o (taxa\u00a0convencional)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 75,18<br \/>\n3 Nas instala\u00e7\u00f5es de terra<br \/>\n3.1 Atraca\u00e7\u00e3o no cais em terra por metro linear de embarca\u00e7\u00e3o\u00a0atracada por dia ou fra\u00e7\u00e3o (Taxa Convencional) (aparelhamento)&#8230; 7,52<br \/>\n3.2 Valor m\u00ednimo a ser cobrado por utiliza\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es em terra\u00a0(equivalente \u00e0 embarca\u00e7\u00e3o com 30 metros de comprimento)&#8230;&#8230;&#8230;. 225,54<br \/>\nNORMA DE APLICA\u00c7\u00c3O<br \/>\nA \u2013 ABRANG\u00caNCIA<br \/>\nA.1 \u2013 Os valores desta tabela remuneram, al\u00e9m das obriga\u00e7\u00f5es da Administra\u00e7\u00e3o do\u00a0Porto, definidas nos artigos <a title=\"Art. 17. A administra\u00e7\u00e3o do porto \u00e9 exercida diretamente pela Uni\u00e3o, pela delegat\u00e1ria ou pela entidade concession\u00e1ria do porto organizado. \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\">17<\/a> e <a title=\"Art. 18. Dentro dos limites da \u00e1rea do porto organizado, compete \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do porto: I - sob coordena\u00e7\u00e3o da autoridade mar\u00edtima: a) estabelecer, manter e operar o balizamento do canal de acesso e da bacia de evolu\u00e7\u00e3o do porto; b) delimitar as \u00e1reas de fundeadouro, de fundeio para carga e descarga, de inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria e de pol\u00edcia mar\u00edtima; c) delimitar as \u00e1reas destinadas a navios de guerra e submarinos, plataformas e demais embarca\u00e7\u00f5es especiais, navios em reparo ou aguardando atraca\u00e7\u00e3o e navios com cargas inflam\u00e1veis ou explosivas; d) estabelecer e divulgar o calado m\u00e1ximo de opera\u00e7\u00e3o dos navios, em fun\u00e7\u00e3o dos levantamentos batim\u00e9tricos efetuados sob sua responsabilidade; e e) estabelecer e divulgar o porte bruto m\u00e1ximo e as dimens\u00f5es m\u00e1ximas dos navios que trafegar\u00e3o, em fun\u00e7\u00e3o das limita\u00e7\u00f5es e caracter\u00edsticas f\u00edsicas do cais do porto; II - sob coordena\u00e7\u00e3o da autoridade aduaneira: a) delimitar a \u00e1rea de alfandegamento; e b) organizar e sinalizar os fluxos de mercadorias, ve\u00edculos, unidades de cargas e de pessoas. \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\">18<\/a>\u00a0da <a href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Lei n\u00ba 12.815\/2013<\/a>, a utiliza\u00e7\u00e3o das\u00a0infraestruturas das instala\u00e7\u00f5es de acostagem para a realiza\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00e3o de\u00a0carregamento de sal, al\u00e9m de oferecimento de apoio log\u00edstico da CODERN \u00e0\u00a0embarca\u00e7\u00e3o, abrangendo os dolfins de atraca\u00e7\u00e3o e b\u00f3ias de amarra\u00e7\u00e3o que\u00a0permitam a execu\u00e7\u00e3o segura do embarque de sal no carregador de navio.<br \/>\nB \u2013 ISEN\u00c7\u00d5ES<br \/>\nB.1 \u2013 Est\u00e3o isentos das taxas:<br \/>\na) Os navios de guerra quando em opera\u00e7\u00e3o n\u00e3o comercial;<br \/>\nb) As embarca\u00e7\u00f5es auxiliares de tr\u00e1fego portu\u00e1rio do Terminal Salineiro de Areia\u00a0Branca.<br \/>\nC \u2013 OBSERVA\u00c7\u00d5ES<br \/>\nC.1 &#8211; Considera-se que o per\u00edodo de atraca\u00e7\u00e3o come\u00e7a com a acostagem da\u00a0embarca\u00e7\u00e3o e vence \u00e0s 24:00 h de cada dia.<br \/>\nC.2 \u2013 O valor desta tabela aplica-se \u00e0s embarca\u00e7\u00f5es que por sua conveni\u00eancia,\u00a0autorizadas pela Administra\u00e7\u00e3o do Porto, operem a contrabordo de outras\u00a0atracadas aos dolfins.<br \/>\nC.3 &#8211; Dever\u00e1 ser atendido o prazo acordado com a Administra\u00e7\u00e3o do Porto e o\u00a0Agente Mar\u00edtimo para o carregamento da embarca\u00e7\u00e3o. Este prazo poder\u00e1 ser\u00a0ampliado se provocado por atraso decorrente da car\u00eancia de sal ou por raz\u00f5es\u00a0operacionais do Terminal. O n\u00e3o cumprimento do prazo por raz\u00f5es outras das j\u00e1\u00a0mencionadas, acrescer\u00e1 ao armador al\u00e9m das san\u00e7\u00f5es previstas nas &#8220;Normas\u00a0de Atraca\u00e7\u00e3o do Terminal Salineiro e Regulamento de Explora\u00e7\u00e3o dos Portos de\u00a0Natal e Areia Branca&#8221; aumento progressivo de 100% (cem por cento), por cada\u00a0dia que a embarca\u00e7\u00e3o permanecer atracada.<br \/>\nC.4 &#8211; Considera-se sempre o comprimento total da embarca\u00e7\u00e3o (determinado pelas\u00a0verticais passando pelos pontos extremos da proa e da popa),\u00a0independentemente do tipo de instala\u00e7\u00e3o ocupada ou da forma em que se der a\u00a0atraca\u00e7\u00e3o.<br \/>\nC.5 &#8211; A atraca\u00e7\u00e3o e a desatraca\u00e7\u00e3o ser\u00e3o feitas sob a responsabilidade do armador,\u00a0com o emprego de pessoal e material do navio. \u00c0 Administra\u00e7\u00e3o do Porto\u00a0compete auxiliar a opera\u00e7\u00e3o com seu pessoal para a tomada dos cabos de\u00a0amarra\u00e7\u00e3o e para a fixa\u00e7\u00e3o destes nos cabe\u00e7os de amarra\u00e7\u00e3o dos dolfins, de\u00a0acordo com as instru\u00e7\u00f5es do comandante ou seu preposto.<br \/>\nTABELA III<br \/>\nUTILIZA\u00c7\u00c3O DA INFRAESTRUTURA E APARELHAMENTO<br \/>\nVALORES DEVIDOS PELO DONO DA MERCADORIA<br \/>\nITEM ESP\u00c9CIE E INCID\u00caNCIA VALOR\u00a0(R$)<br \/>\n1. Por tonelada movimentada de sal a granel:<br \/>\n1.1 Longo Curso (aparelhamento)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 8,32<br \/>\n1.2 Cabotagem (aparelhamento)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 8,32<br \/>\n2. Valor m\u00ednimo a ser cobrado&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 7.088,40<br \/>\nNORMA DE APLICA\u00c7\u00c3O<br \/>\nA \u2013 ABRANG\u00caNCIA<br \/>\nA.1 \u2013 Os valores desta Tabela remuneram, al\u00e9m das obriga\u00e7\u00f5es da Administra\u00e7\u00e3o do\u00a0Porto, definidas nos artigos <a title=\"Art. 17. A administra\u00e7\u00e3o do porto \u00e9 exercida diretamente pela Uni\u00e3o, pela delegat\u00e1ria ou pela entidade concession\u00e1ria do porto organizado. \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\">17<\/a> e <a title=\"Art. 18. Dentro dos limites da \u00e1rea do porto organizado, compete \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do porto: I - sob coordena\u00e7\u00e3o da autoridade mar\u00edtima: a) estabelecer, manter e operar o balizamento do canal de acesso e da bacia de evolu\u00e7\u00e3o do porto; b) delimitar as \u00e1reas de fundeadouro, de fundeio para carga e descarga, de inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria e de pol\u00edcia mar\u00edtima; c) delimitar as \u00e1reas destinadas a navios de guerra e submarinos, plataformas e demais embarca\u00e7\u00f5es especiais, navios em reparo ou aguardando atraca\u00e7\u00e3o e navios com cargas inflam\u00e1veis ou explosivas; d) estabelecer e divulgar o calado m\u00e1ximo de opera\u00e7\u00e3o dos navios, em fun\u00e7\u00e3o dos levantamentos batim\u00e9tricos efetuados sob sua responsabilidade; e e) estabelecer e divulgar o porte bruto m\u00e1ximo e as dimens\u00f5es m\u00e1ximas dos navios que trafegar\u00e3o, em fun\u00e7\u00e3o das limita\u00e7\u00f5es e caracter\u00edsticas f\u00edsicas do cais do porto; II - sob coordena\u00e7\u00e3o da autoridade aduaneira: a) delimitar a \u00e1rea de alfandegamento; e b) organizar e sinalizar os fluxos de mercadorias, ve\u00edculos, unidades de cargas e de pessoas. \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\">18<\/a>\u00a0da <a href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Lei n\u00ba 12.815\/2013<\/a>, a utiliza\u00e7\u00e3o da\u00a0infraestrutura e aparelhamento do Terminal Salineiro de Areia Branca,\u00a0abrangendo a descarga de barca\u00e7as, utiliza\u00e7\u00e3o dos equipamentos de\u00a0empilhamento, armazenamento, carregamento e expedi\u00e7\u00e3o de sal pelas esteiras\u00a0transportadoras no Terminal Salineiro de Areia Branca.<br \/>\nB \u2013 ISEN\u00c7\u00d5ES<br \/>\n\u2013 N\u00e3o h\u00e1.<br \/>\nC \u2013 OBSERVA\u00c7\u00d5ES<br \/>\nC.1 &#8211; Compete aos respectivos donos o seguro das mercadorias de modo a eximir a\u00a0Administra\u00e7\u00e3o do Terminal de toda e qualquer responsabilidade por perdas e\u00a0danos que as mesmas venham a sofrer.<br \/>\nTABELA IV<br \/>\nSERVI\u00c7O DE MOVIMENTA\u00c7\u00c3O DE CARGA<br \/>\nVALORES DEVIDOS PELO DONO DA MERCADORIA<br \/>\nITEM ESP\u00c9CIE E INCID\u00caNCIA VALOR\u00a0(R$)<br \/>\n1. Por tonelada movimentada de sal a granel:<br \/>\n1.1 Longo Curso (m\u00e3o-de-obra)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 1,93<br \/>\n1.2 Cabotagem (m\u00e3o-de-obra)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 1,93<br \/>\n2. Valor m\u00ednimo a ser cobrado&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 4.322,85<br \/>\nNORMA DE APLICA\u00c7\u00c3O<br \/>\nA \u2013 ABRANG\u00caNCIA<br \/>\nA.1 \u2013 Os valores desta tabela remuneram, al\u00e9m das obriga\u00e7\u00f5es da Administra\u00e7\u00e3o do\u00a0Porto, definidas nos artigos <a title=\"Art. 17. A administra\u00e7\u00e3o do porto \u00e9 exercida diretamente pela Uni\u00e3o, pela delegat\u00e1ria ou pela entidade concession\u00e1ria do porto organizado. \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\">17<\/a> e <a title=\"Art. 18. Dentro dos limites da \u00e1rea do porto organizado, compete \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do porto: I - sob coordena\u00e7\u00e3o da autoridade mar\u00edtima: a) estabelecer, manter e operar o balizamento do canal de acesso e da bacia de evolu\u00e7\u00e3o do porto; b) delimitar as \u00e1reas de fundeadouro, de fundeio para carga e descarga, de inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria e de pol\u00edcia mar\u00edtima; c) delimitar as \u00e1reas destinadas a navios de guerra e submarinos, plataformas e demais embarca\u00e7\u00f5es especiais, navios em reparo ou aguardando atraca\u00e7\u00e3o e navios com cargas inflam\u00e1veis ou explosivas; d) estabelecer e divulgar o calado m\u00e1ximo de opera\u00e7\u00e3o dos navios, em fun\u00e7\u00e3o dos levantamentos batim\u00e9tricos efetuados sob sua responsabilidade; e e) estabelecer e divulgar o porte bruto m\u00e1ximo e as dimens\u00f5es m\u00e1ximas dos navios que trafegar\u00e3o, em fun\u00e7\u00e3o das limita\u00e7\u00f5es e caracter\u00edsticas f\u00edsicas do cais do porto; II - sob coordena\u00e7\u00e3o da autoridade aduaneira: a) delimitar a \u00e1rea de alfandegamento; e b) organizar e sinalizar os fluxos de mercadorias, ve\u00edculos, unidades de cargas e de pessoas. \" href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\">18<\/a>\u00a0da <a href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%2012.815-2013?OpenDocument\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Lei n\u00ba 12.815\/2013<\/a>, os servi\u00e7os de m\u00e3o-de-obra operacional para descarga de barca\u00e7as, empilhamento,\u00a0armazenamento, carregamento e expedi\u00e7\u00e3o do sal pelas esteiras\u00a0transportadoras no Terminal Salineiro de Areia Branca.<br \/>\nB \u2013 ISEN\u00c7\u00d5ES<br \/>\n\u2013 N\u00e3o h\u00e1.<br \/>\nTABELA V<br \/>\nTRANSPORTE DE SAL A GRANEL DAS SALINAS PARA O TERMINAL\u00a0SALINEIRO DE AREIA BRANCA ATRAV\u00c9S DE BARCA\u00c7AS<br \/>\nVALORES CONVENCIONADOS DEVIDOS PELO DONO DA MERCADORIA OU\u00a0REQUISITANTE \u00c0S EMPRESAS PROPRIET\u00c1RIAS DAS BARCA\u00c7AS<br \/>\nITEM ESP\u00c9CIE E INCID\u00caNCIA VALOR\u00a0(R$)<br \/>\n1. Por tonelada transportada de sal a granel<br \/>\n1.1 Das salinas de Areia Branca e Mossor\u00f3&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<br \/>\n1.2 Das salinas de Macau&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<br \/>\n1.3 Das salinas de Galinhos&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<br \/>\nNORMA DE APLICA\u00c7\u00c3O<br \/>\nA \u2013 ABRANG\u00caNCIA<br \/>\nA.1 \u2013 Os valores desta tabela remuneram os servi\u00e7os de transporte, realizados pelas\u00a0barca\u00e7as autorizadas pela CODERN, entre as salinas e o Terminal Salineiro de\u00a0Areia Branca.<br \/>\nB \u2013 ISEN\u00c7\u00d5ES<br \/>\n\u2013 N\u00e3o h\u00e1.<br \/>\nC \u2013 OBSERVA\u00c7\u00d5ES<br \/>\nC.1 &#8211; Esta tabela consta no tarif\u00e1rio do Terminal Salineiro de Areia Branca a t\u00edtulo\u00a0informativo, pois seus valores s\u00e3o devidos pelos salineiros aos transportadores\u00a0de sal sem interfer\u00eancia da CODERN.<br \/>\nC.2 &#8211; Os valores desta tabela est\u00e3o inclusos no montante fixado nas notas fiscais de\u00a0venda do sal emitidas pelos embarcadores ao t\u00e9rmino do carregamento do\u00a0navio. Sobre eles incidem ICMS. Por esta raz\u00e3o, o transporte de sal pelas\u00a0barca\u00e7as \u00e9 isento de ICMS (Art. 25, Inciso VI do Regulamento do ICMS\/RN).<br \/>\nTABELA VI<br \/>\nUTILIZA\u00c7\u00c3O DE REBOCADOR<br \/>\nVALORES CONVENCIONADOS DEVIDOS PELO ARMADOR OU SEU AGENTE\u00a0MAR\u00cdTIMO \u00c0S EMPRESAS PROPRIET\u00c1RIAS DOS REBOCADORES<br \/>\nITEM ESP\u00c9CIE E INCID\u00caNCIA VALOR\u00a0(R$)<br \/>\n1. Por manobra realizada na atraca\u00e7\u00e3o ou desatraca\u00e7\u00e3o e por\u00a0rebocador:<br \/>\n1.1 Na navega\u00e7\u00e3o de cabotagem e longo curso &#8211;<br \/>\n2. Por outras manobras&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; Negociado\u00a0entre as\u00a0partes<br \/>\nNORMA DE APLICA\u00c7\u00c3O<br \/>\nA \u2013 ABRANG\u00caNCIA<br \/>\nA.1 \u2013 As taxas desta tabela remuneram os servi\u00e7os de reboque no aux\u00edlio \u00e0s\u00a0embarca\u00e7\u00f5es durante as manobras de atraca\u00e7\u00e3o e desatraca\u00e7\u00e3o nos dolfins do\u00a0Terminal Salineiro de Areia Branca e outras de natureza diferente.<br \/>\nB \u2013 OBSERVA\u00c7\u00d5ES<br \/>\nB.1 &#8211; Esta tabela consta no tarif\u00e1rio do Terminal Salineiro de Areia Branca, a t\u00edtulo\u00a0informativo, devido \u00e0 exig\u00eancia da utiliza\u00e7\u00e3o de rebocadores para todas as\u00a0manobras dos navios no Terminal.<br \/>\nB.2 &#8211; Os valores referentes a essas manobras s\u00e3o devidos pelos armadores \u00e0s\u00a0empresas propriet\u00e1rias dos rebocadores sem interfer\u00eancia da CODERN.<br \/>\nB.3 \u2013 Para atraca\u00e7\u00e3o, todos os navios necessitam do uso de 02 rebocadores,\u00a0conforme Portaria n\u00ba 45\/CPRN, de 01\/11\/2005, da Capitania dos Portos do RN.<br \/>\nB.4 \u2013 Para desatraca\u00e7\u00e3o, os navios de at\u00e9 30.000 DWT necessitam somente de 01\u00a0rebocador; acima dessa capacidade \u00e9 obrigat\u00f3rio o uso de 02 rebocadores,\u00a0conforme Portaria n\u00ba 45\/CPRN, de 01\/11\/2005, da Capitania dos Portos do RN.<br \/>\nTABELA VII<br \/>\nATIVIDADES DE APOIO AOS NAVIOS<br \/>\nVALORES DEVIDOS PELO REQUISITANTE<br \/>\nITEM ESP\u00c9CIE E INCID\u00caNCIA VALOR\u00a0(R$)<br \/>\n1 No Terminal:<br \/>\n1.1 Fornecimento de \u00e1gua, por metro c\u00fabico&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 21,45<br \/>\n1.2 Alimenta\u00e7\u00e3o no Terminal Salineiro (alto mar), por dia&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 54,45<br \/>\n1.3 Atendimento na Enfermaria por pessoa&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 18,98<br \/>\n1.4 Transporte por pessoa e por trecho entre Areia Branca e o\u00a0Terminal Salineiro&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 11,39<br \/>\n1.5 Fornecimento de energia el\u00e9trica, pelo consumo mensurado de\u00a0energia por KWH (min\u00edmo a cobrar 40KWH)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 3,61<br \/>\n2 Em Terra:<br \/>\n2.1 Fornecimento de \u00e1gua, por metro c\u00fabico&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 19,53<br \/>\n2.2 Fornecimento de energia el\u00e9trica:<br \/>\n2.2.1 Pelo consumo mensurado de energia por KWH (m\u00ednimo a cobrar\u00a040 KWH)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 3,32<br \/>\n2.2.2. Para cont\u00eainer, por hora ou fra\u00e7\u00e3o (m\u00ednimo a cobrar 12horas)&#8230;&#8230;. 2,66<br \/>\n2.3 Fornecimento de \u00f3leo diesel no cais, por litro (m\u00ednimo a cobrar\u00a0200 litros)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 2,30<br \/>\n2.4 Pelo embarque e desembarque, por tripulante e por\u00a0passageiro&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.5,00<br \/>\n2.5 Armazenagem de cont\u00eainer cheio ou vazio 20\u00b4 ou 40\u00b4 em terra,\u00a0por 10 dias ou fra\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 99,68<br \/>\n2.6 Armazenagem de carga geral em terra, por tonelada e por\u00a0per\u00edodo de 10 dias ou fra\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 6,60<br \/>\n3 Adicional Tarif\u00e1rio provis\u00f3rio destinado ao pagamento do\u00a0parcelamento da d\u00edvida do ISS de Areia Branca:<br \/>\n3.1 Por tonelada de carga embarcada para cabotagem&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 0,35<br \/>\n3.2 Por tonelada de carga embarcada para longo curso (exporta\u00e7\u00e3o).. 0,22<br \/>\n4 Cobran\u00e7a pelo uso de \u00e1rea coberta nas depend\u00eancias da\u00a0CODERN, em Areia Branca, destinada \u00e0 atividade de apoio. Por\u00a0metro quadrado e por per\u00edodo de 30 dias ou fra\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 9,49<br \/>\n5. Pelos servi\u00e7os de salvatagem para as equipes de trabalho da\u00a0TERSAB, sejam da CODERN, sejam de usu\u00e1rios ou terceiros, por\u00a0tonelada movimentada&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 0,60<br \/>\nNORMA DE APLICA\u00c7\u00c3O<br \/>\nA \u2013 ABRANG\u00caNCIA<br \/>\nA.1 \u2013 Os valores desta tabela remuneram o fornecimento de \u00e1gua, de energia el\u00e9trica\u00a0e demais facilidades disponibilizadas pela Administra\u00e7\u00e3o do Terminal Salineiro,\u00a0em suas depend\u00eancias.<br \/>\nB \u2013 ISEN\u00c7\u00d5ES<br \/>\n\u2013 N\u00e3o h\u00e1.<br \/>\nC \u2013 OBSERVA\u00c7\u00d5ES<br \/>\nC.1 &#8211; Os valores das taxas desta tabela poder\u00e3o ser revistos em raz\u00e3o de\u00a0reajuste nos pre\u00e7os praticados pelos fornecedores dos respectivos servi\u00e7os\u00a0p\u00fablicos.<br \/>\nC.2 \u2013 Os itens 3.1 e 3.2 t\u00eam vig\u00eancia at\u00e9 o fim do parcelamento da d\u00edvida do\u00a0ISS na data de 30\/06\/2023.<br \/>\nADENDO \u2013 DISPOSI\u00c7\u00d5ES GERAIS<br \/>\n1. A Administra\u00e7\u00e3o da CODERN poder\u00e1 praticar valores tarif\u00e1rios incentivados, por\u00a0prazo determinado, como instrumento comercial.<br \/>\n2. Os valores convencionais desta estrutura tarif\u00e1ria ser\u00e3o aprovados pela Diretoria-Executiva da CODERN.<br \/>\n3. A Administra\u00e7\u00e3o do Porto n\u00e3o assume qualquer responsabilidade sobre a\u00a0fidelidade dos dados que fornece com base em documentos emitidos por terceiros.<br \/>\n4. Todos os valores deste tarif\u00e1rio incluem PIS, COFINS e ISS.\u201d<br \/>\nArt. 2\u00b0 Determinar que a Companhia Docas do Rio Grande do Norte \u2013\u00a0CODERN encaminhe \u00e0 ANTAQ, para ci\u00eancia e acompanhamento, c\u00f3pia da tarifa\u00a0completa do Porto de Natal e do Terminal Salineiro de Areia Branca, incluindo os\u00a0valores tarif\u00e1rios e as normas de aplica\u00e7\u00e3o (abrang\u00eancia, isen\u00e7\u00f5es, observa\u00e7\u00f5es e\u00a0adendo), ap\u00f3s a altera\u00e7\u00e3o aprovada no artigo 1\u00ba.<br \/>\nArt. 3\u00b0 Esta Resolu\u00e7\u00e3o entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o no\u00a0Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o.<br \/>\nM\u00c1RIO POVIA<br \/>\nDiretor-Geral<br \/>\n<a href=\"http:\/\/pesquisa.in.gov.br\/imprensa\/jsp\/visualiza\/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=3&amp;data=21\/05\/2014\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Publicada no DOU de 21\/05\/2014, se\u00e7\u00e3o 1<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>RESOLU\u00c7\u00c3O N\u00ba 3.393 &#8211; ANTAQ, DE 20 DE MAIO DE 2014. APROVA A REVIS\u00c3O DAS\u00a0TARIFAS DO PORTO DE NATAL E\u00a0DO TERMINAL SALINEIRO DE\u00a0AREIA BRANCA, ADMINISTRADOS\u00a0PELA COMPANHIA DOCAS DO\u00a0RIO GRANDE DO NORTE &#8211;\u00a0CODERN. O DIRETOR-GERAL DA AG\u00caNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES\u00a0AQUAVI\u00c1RIOS &#8211; ANTAQ, no uso da compet\u00eancia que lhe \u00e9 conferida pelo artigo 71,\u00a0da Lei n\u00ba\u00a012.815, de&nbsp;&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[30223,30056],"tags":[38992,20027,587,16694,16,20028,722,20784,23451,30224,4156,6775],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/juris.antaq.gov.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7830"}],"collection":[{"href":"https:\/\/juris.antaq.gov.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/juris.antaq.gov.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/juris.antaq.gov.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/juris.antaq.gov.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7830"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/juris.antaq.gov.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7830\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":83064,"href":"https:\/\/juris.antaq.gov.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7830\/revisions\/83064"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/juris.antaq.gov.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7830"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/juris.antaq.gov.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7830"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/juris.antaq.gov.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7830"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}