{"id":84105,"date":"2021-12-07T14:36:41","date_gmt":"2021-12-07T17:36:41","guid":{"rendered":"https:\/\/juris.antaq.gov.br\/?p=84105"},"modified":"2021-12-07T14:36:41","modified_gmt":"2021-12-07T17:36:41","slug":"despacho-de-julgamento-no-54-2017-gfp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/juris.antaq.gov.br\/index.php\/2021\/12\/07\/despacho-de-julgamento-no-54-2017-gfp\/","title":{"rendered":"Despacho de Julgamento n\u00ba 54\/2017\/GFP"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Despacho de Julgamento n\u00ba 54\/2017\/GFP\/SFC<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fiscalizada: SUPERINTEND\u00caNCIA DO PORTO DO RIO GRANDE (01.039.203\/0001-54) CNPJ: 01.039.203\/0001-54 Processo n\u00ba: 50300.006935\/2016-69 Auto de Infra\u00e7\u00e3o n\u00ba 002124-5 (SEI n\u00ba 0097368)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">EMENTA: PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR. JULGAMENTO ORIGIN\u00c1RIO. FISCALIZA\u00c7\u00c3O ORDIN\u00c1RIA \u2013 PAF. PORTO. AUTORIDADE PORTU\u00c1RIA. SUPERINTEND\u00caNCIA DO PORTO DO RIO GRANDE \u2013 SUPRG. CNPJ 01.039.203\/0001-54. RIO GRANDE-RS. N\u00c3O MANTER\/CONSERVAR OS GUINDASTES N\u00ba 04, 13, 31 E 32 DO PORTO DO RIO GRANDE NO PER\u00cdODO COMPREENDIDO ENTRE OS ANOS DE 2010 A 2013. INFRING\u00caNCIA AO INCISO XLIX, DO ART. 13, DA RESOLU\u00c7\u00c3O DE N\u00b0 858\/2007-ANTAQ. ARQUIVAMENTO.\u00a0INSUBSIST\u00caNCIA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Trata-se de A\u00e7\u00e3o Fiscalizadora sobre a Superintend\u00eancia do Porto do Rio Grande \u2013 SUPRG,\u00a0CNPJ n\u00ba 01.039.203\/0001-54, Autarquia Estadual respons\u00e1vel pela administra\u00e7\u00e3o do Porto de Rio Grande\u00a0no Munic\u00edpio de Rio Grande\/RS.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. A equipe de fiscaliza\u00e7\u00e3o instruiu o processo fiscalizat\u00f3rio segundo o que preconiza a\u00a0<a href=\"http:\/\/pesquisa.in.gov.br\/imprensa\/jsp\/visualiza\/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=6&amp;data=03\/02\/2014\">Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 3.259\/2014-ANTAQ<\/a>. Apurou-se inicialmente que a SUPRG deixou de realizar a manuten\u00e7\u00e3o ou conserva\u00e7\u00e3o dos guindastes n\u00ba 04, 13, 31 e 32 do Porto do Rio Grande no per\u00edodo compreendido entre os anos de 2010 a 2013, implicando, no parecer da Unidade Regional de Porto Alegre \u2013 UREPL, na redu\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica\u00a0de seus valores de avalia\u00e7\u00e3o para aliena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. Lavrou-se o Auto de Infra\u00e7\u00e3o de n\u00ba 2124-5 (SEI 0097368), em 30\/06\/2016, indicando que restava configurada a tipifica\u00e7\u00e3o\u00a0de infra\u00e7\u00e3o disposta no\u00a0<a title=\"XLIX - n\u00e3o manter os bens patrimoniais, inclusive a infraestrutura de prote\u00e7\u00e3o, acesso e vias aquavi\u00e1rias e terrestres (Multa de at\u00e9 R$ 200.000,00); \" href=\"http:\/\/pesquisa.in.gov.br\/imprensa\/jsp\/visualiza\/index.jsp?data=28\/08\/2007&amp;jornal=1&amp;pagina=69&amp;totalArquivos=72\">inciso XLIX do art. 13<\/a>\u00a0da\u00a0<a href=\"http:\/\/pesquisa.in.gov.br\/imprensa\/jsp\/visualiza\/index.jsp?data=28\/08\/2007&amp;jornal=1&amp;pagina=68&amp;totalArquivos=72\">Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 858\/2007<\/a>. A Ordem de Servi\u00e7o n\u00ba 3\/2016\/SFC n\u00e3o prev\u00ea notifica\u00e7\u00e3o\u00a0pr\u00e9via para o dispositivo\u00a0infringido. De todo modo, opino que n\u00e3o se trata de infra\u00e7\u00e3o pass\u00edvel de regulariza\u00e7\u00e3o por meio de notifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>FUNDAMENTOS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Alega\u00e7\u00f5es da Autuada e An\u00e1lise da Equipe de Fiscaliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. Preliminarmente, verifico que os autos encontram-se aptos a receberem julgamento, n\u00e3o sendo detectada qualquer m\u00e1cula concernentes aos procedimentos adotados na presente instru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5. A autuada apresentou tempestivamente\u00a0(SEI 0130208) sua defesa (SEI 0115093), na qual\u00a0alegou, em suma: (1) falta de legitimidade\u00a0da SUPRG para figurar no polo passivo; (2) falta de suporte\u00a0legal para aplica\u00e7\u00e3o da penalidade, considerando a revoga\u00e7\u00e3o da\u00a0<a href=\"http:\/\/pesquisa.in.gov.br\/imprensa\/jsp\/visualiza\/index.jsp?data=28\/08\/2007&amp;jornal=1&amp;pagina=68&amp;totalArquivos=72\">Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 858\/2007-ANTAQ<\/a>\u00a0pela\u00a0<a href=\"http:\/\/pesquisa.in.gov.br\/imprensa\/jsp\/visualiza\/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=3&amp;data=07\/02\/2014\">Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 3.274\/2014-ANTAQ<\/a>; (3) aus\u00eancia de aporte financeiro da SUPRG para manuten\u00e7\u00e3o dos guindastes; (4) os guindastes estavam obsoletos e inadequados \u00e0s necessidades atuais do Porto; (5) a autuada n\u00e3o conseguiu obter or\u00e7amento de pelo menos 3 empresas para realizar o servi\u00e7o; (6) a\u00a0Autoridade Portu\u00e1ria n\u00e3o \u00e9 obrigada a realizar a manuten\u00e7\u00e3o, que deve estar a cargo do operador portu\u00e1rio; (7) a ANTAQ aprovou a aliena\u00e7\u00e3o dos equipamentos como sucata; (8) a redu\u00e7\u00e3o nos valores dos equipamentos reportados pela SUPRG deve-se \u00e0 demanda, e n\u00e3o por conta da aus\u00eancia da manuten\u00e7\u00e3o; (9) os equipamentos n\u00e3o poderiam permanecer na linha do cais, considerando a remodelagem do cais do Porto Novo do Rio Grande, fato de conhecimento da ANTAQ; (10) a SUPRG sempre noticiou\u00a0a realidade dos fatos. Solicita, por fim, que seja afastada a imposi\u00e7\u00e3o de san\u00e7\u00e3o pecuni\u00e1ria, com o consequente arquivamento dos presentes autos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6. Seguindo as etapas processuais, a equipe de fiscaliza\u00e7\u00e3o avaliou a defesa da empresa e fez\u00a0uma narrativa\u00a0de todo o percurso processual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7. O Parecer T\u00e9cnico Instrut\u00f3rio n\u00ba 33\/2016\/UREPL\/SFC (SEI 0130208), corroborado pelo despacho de an\u00e1lise da chefia (SEI 0163539) concluiu no sentido\u00a0de que a autuada n\u00e3o logrou justificar\u00a0a desvaloriza\u00e7\u00e3o dos guindastes n\u00ba 04, 13, 31 e 32 do Porto do Rio Grande, incorrendo, portanto, na pr\u00e1tica\u00a0da infra\u00e7\u00e3o tipificada\u00a0no\u00a0<a title=\"XLIX - n\u00e3o manter os bens patrimoniais, inclusive a infraestrutura de prote\u00e7\u00e3o, acesso e vias aquavi\u00e1rias e terrestres (Multa de at\u00e9 R$ 200.000,00); \" href=\"http:\/\/pesquisa.in.gov.br\/imprensa\/jsp\/visualiza\/index.jsp?data=28\/08\/2007&amp;jornal=1&amp;pagina=69&amp;totalArquivos=72\">art. 13, XLIX<\/a>, da\u00a0<a href=\"http:\/\/pesquisa.in.gov.br\/imprensa\/jsp\/visualiza\/index.jsp?data=28\/08\/2007&amp;jornal=1&amp;pagina=68&amp;totalArquivos=72\">Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 858-ANTAQ<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Art. 13. S\u00e3o infra\u00e7\u00f5es:<\/em>\u00a0<em>\u2026<\/em>\u00a0<em>XLIX \u2013 n\u00e3o manter os bens patrimoniais, inclusive a infra-estrutura de prote\u00e7\u00e3o, acesso e vias aquavi\u00e1rias e terrestres (Multa de at\u00e9 R$ 200.000,00);<\/em>\u00a0<em>\u2026<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">8. A UREPL aponta ainda (SEI 0130208) que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel a aplica\u00e7\u00e3o de penalidade de\u00a0advert\u00eancia em virtude da exist\u00eancia de san\u00e7\u00f5es j\u00e1 aplicadas \u00e0 empresa em decis\u00f5es condenat\u00f3rias irrecorr\u00edveis (SEI 0132625), nos termos do\u00a0<a title=\"Par\u00e1grafo \u00fanico. Fica vedada a aplica\u00e7\u00e3o de nova san\u00e7\u00e3o de advert\u00eancia no per\u00edodo de tr\u00eas anos contados da publica\u00e7\u00e3o no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o da decis\u00e3o condenat\u00f3ria irrecorr\u00edvel que tenha aplicado advert\u00eancia ou outra penalidade.\" href=\"http:\/\/pesquisa.in.gov.br\/imprensa\/jsp\/visualiza\/index.jsp?data=03\/02\/2014&amp;jornal=1&amp;pagina=9&amp;totalArquivos=80\">art. 54, par\u00e1grafo \u00fanico<\/a>, da\u00a0<a href=\"http:\/\/pesquisa.in.gov.br\/imprensa\/jsp\/visualiza\/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=6&amp;data=03\/02\/2014\">Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 3259\/2014-ANTAQ<\/a>. Relata ainda que n\u00e3o \u00e9 cab\u00edvel a celebra\u00e7\u00e3o de Termo de Ajuste de Conduta \u2013 TAC no presente caso j\u00e1 que se trata de infra\u00e7\u00e3o j\u00e1 consumada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">9. Discordo das conclus\u00f5es do supra referido Parecer. Segundo relata a Unidade Regional, a materialidade do fato infracional, qual seja, aus\u00eancia de manuten\u00e7\u00e3o dos bens patrimoniais da Uni\u00e3o, estaria caracterizada pela diferen\u00e7a entre os valores dos guindastes reportados pela SUPRG e pela empresa especializada CORPORR VALUATION, entre os anos de 2010 e 2013. Ocorre que na 1\u00aa avalia\u00e7\u00e3o procedida pela Autoridade Portu\u00e1ria, os guindastes 4 e 13 foram estimados\u00a0em R$ 1.000.000,00 (um\u00a0milh\u00e3o de reais), e os guindastes 31 e 32 em R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais). Na 2\u00aa avalia\u00e7\u00e3o,\u00a0realizada menos de 3 anos depois, os valores foram respectivamente\u00a0R$ 36.000,00 (trinta e seis mil reais), R$ 20.000,00 (vinte mil reais), R$ 36.000,00 (trinta e seis mil reais) e R$ 36.000,00 (trinta e seis mil reais).\u00a0Parece-nos bastante evidente a impossibilidade de desvaloriza\u00e7\u00e3o de tal vulto em per\u00edodo t\u00e3o diminuto\u00a0de todos os equipamentos listados unicamente por falta de manuten\u00e7\u00e3o. O mais prov\u00e1vel, opinamos, \u00e9 que a 1\u00aa avalia\u00e7\u00e3o realizada pela SUPRG tenha superestimado\u00a0sobremaneira o valor dos guindastes, tese corroborada pela avalia\u00e7\u00e3o feita pela CORPORR, muito mais pr\u00f3ximas dos valores informados pela Autarquia em sua 2\u00aa avalia\u00e7\u00e3o. \u00c9 poss\u00edvel ainda afirmar que este ente regulador, a partir\u00a0da edi\u00e7\u00e3o da\u00a0<a href=\"http:\/\/pesquisa.in.gov.br\/imprensa\/jsp\/visualiza\/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=6&amp;data=03\/02\/2014\">Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 3259\/2014-ANTAQ<\/a>, que assume o valor estimado\u00a0com base no estudo realizado pela\u00a0CORPORR, reconhece que a avalia\u00e7\u00e3o original apresentada pela SUPRG n\u00e3o condiz com a realidade dos\u00a0fatos. Em outras palavras, a raz\u00e3o pela qual a UREPL considerou materializada a infra\u00e7\u00e3o, em nossa an\u00e1lise, n\u00e3o se confirma, n\u00e3o se justifica,\u00a0motivo\u00a0pelo qual consideramos insubsistente a lavratura do Auto de Infra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">10. Diante de todo o exposto, decido por tornar insubsistente o Auto de Infra\u00e7\u00e3o de n\u00ba 2124-5 lavrado em desfavor da Superintend\u00eancia do Porto do Rio Grande \u2013 SUPRG, CNPJ n\u00ba 01.039.203\/0001-54, e o arquivamento dos presentes autos, considerando que n\u00e3o se confirmou a materialidade do fato\u00a0infracional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">NEIRIMAR GOMES DE BRITO<br \/>\nGerente de Fiscaliza\u00e7\u00e3o de Portos e Instala\u00e7\u00f5es Portu\u00e1rias \u2013 GFP<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Despacho de Julgamento n\u00ba 54\/2017\/GFP\/SFC Fiscalizada: SUPERINTEND\u00caNCIA DO PORTO DO RIO GRANDE (01.039.203\/0001-54) CNPJ: 01.039.203\/0001-54 Processo n\u00ba: 50300.006935\/2016-69 Auto de Infra\u00e7\u00e3o n\u00ba 002124-5 (SEI n\u00ba 0097368) EMENTA: PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR. JULGAMENTO ORIGIN\u00c1RIO. FISCALIZA\u00c7\u00c3O ORDIN\u00c1RIA \u2013 PAF. PORTO. AUTORIDADE PORTU\u00c1RIA. 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